De seu “eu” sou o meeiro!
Sou a inquietude, a cabeça fora do travesseiro;
Sou a psicose que te atormenta no banheiro;
Sou a maldade de um quarto escuro;
Sou a impiedade de uma guerra sem futuro;
Sou a balança de seus dois mundos;
Sou a que te guie entre caminhos obscuros.
Sou a que te arranca a realidade e a que te joga de volta nela…
Sou aquela que cuida das tuas feridas, mas sem cicatrizá-las…
Só para ter a certeza de que voltarás…
Sabendo que só em meus braços terás paz!
(Letícia Yasmin)